FAQ
O que é ser um tecnólogo em aqüicultura?
Tecnólogo em aqüicultura é o profissional formado em curso superior de tecnologia em aqüicultura, que se enquadra na categoria dos cursos de tecnologias relacionadas à produção animal, vegetal, mineral, aqüícola e pesqueira. Esse profissional é responsável por planejar e acompanhar todas as etapas da produção de peixes e outros animais aquáticos, desde a produção de alevinos, engorda, processamento até a comercialização e distribuição dos produtos para o mercado consumidor. É também esse profissional quem busca aplicar as tecnologias e seus conhecimentos para gerenciar a exploração do potencial das unidades de criação (tanques, açudes, lagoas, etc.) de forma viável e sustentável..
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Quais as características desejáveis para ser um tecnólogo em aqüicultura?
Para ser um tecnólogo em aqüicultura é necessário que o profissional se interesse por todo o processo de produção animal, desde o planejamento do projeto, até o consumidor final. É interessante, também, que o profissional se interesse pela vida e biologia aquática. Outras características desejáveis são:
- responsabilidade
- dinamismo
- capacidade de observação
- capacidade de organização
- competência de liderança
- fácil entendimento de processos
- raciocínio rápido
- metodologia
- capacidade de lidar com pessoas e trabalhar em equipe
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Qual a formação necessária para ser um tecnólogo em aqüicultura?
Para ser um tecnólogo em aqüicultura é necessário que o profissional seja formado em um curso superior de tecnologia em aqüicultura, conseguindo, assim, o diploma de tecnólogo. O tecnólogo, segundo Decreto 2208 de 17 de abril de 1997 deve ser considerado um profissional de nível superior e tem direito de realizar pós-graduação Stricto Sensu (mestrado e doutorado) e / ou Lato Sensu (especialização). Tal modalidade de curso visa a formação de profissionais especializados em campos específicos do mercado de trabalho, por tal razão seu formato é mais compacto e sua grade curricular mais direcionada, tendo assim, duração média inferior à dos cursos de graduação regulares.
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Principais atividades?
- planejar e elaborar o projeto de produção animal em unidades de criação
- estudar as características biológicas, o habitat e as principais características do animal que será o foco da produção
- gerir toda a cadeia produtiva
- planejar, implementar, acompanhar e gerenciar todo o processo produtivo
- realizar controle de qualidade e análises laboratoriais
- gerenciar a logística de distribuição e captação de clientes potenciais
- gerenciar a utilização dos equipamentos e das técnicas de produção
- estudar e trabalhar no desenvolvimento de novas tecnologias e soluções tecnológicas viáveis
- elaborar estudos e desenvolver pesquisas na área
- elaborar projetos de redução de custos e maximização da margem de lucro
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Áreas de atuação e especialidades?
Esse profissional trabalha no gerenciamento do processo produtivo aqüicola, e na gestão de projetos ligados à aqüicultura. Áreas de atuação possíveis são: piscicultura, ranicultura, ostreicultura, mitilicultura, carcinicultura e cultivo de peixes ornamentais. Esse profissional também pode trabalhar na área de pesquisa, atuando em institutos de pesquisas científicas e tecnológicas na área e em instituições de ensino superior, como pesquisador ou professor universitário.
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Mercado de trabalho?
O mercado de trabalho para esse profissional é amplo, visto que, o Brasil é um país de economia muito baseada, ainda, nos produtos primários e na produção de alimentos. A crescente preocupação com a qualidade de vida e com a saúde também impulsionam essa área, bem como a busca pelo desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.
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Curiosidades?
A história dos cursos de tecnologia no Brasil remonta o final dos anos 60 e início dos 70, no âmbito federal de ensino e no setor privado e público, na cidade de São Paulo, quando aconteceram as primeiras experiências nesse sentido.
O primeiro curso superior de tecnologia foi criado no Brasil no ano de 1969, na FATEC - SP, de Construção Civil, nas modalidades: Edifícios, Obras Hidráulicas e Pavimentação. Tais cursos foram reconhecidos pelo MEC em 1973.
Durante a década de 70, essa modalidade de ensino passou por um período de crescimento, quando em 1979, o MEC mudou a política de estímulo à criação de cursos de tecnologia nas instituições públicas federais, sendo, os mesmos, extintos a partir dos anos 80. Em 1998, com o presidente Fernando Henrique Cardoso, ressurgem os cursos superiores de tecnologia, com nova legislação, que respondia às necessidades e demandas educacionais na sociedade brasileira.
Na tentativa de aprimorar, fortalecer e dar mais prestígios aos cursos superiores de tecnologia, foi elaborado pelo Ministério da Educação, em 2006 o Decreto n° 5.773/06, que estabelece o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia. Esse documento, elaborado por profissionais da educação serve como guia para estudantes, educadores, instituições ofertantes, sistemas e redes de ensino, entidades representativas de classes, empregadores e o público em geral.
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Onde achar mais informações?
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